Na LSX usamos inteligência artificial todos os dias e dizemo-lo abertamente. Também achamos que quem nos contrata tem o direito de saber em que partes do trabalho ela entra.
Onde a IA entra
- Pesquisa e preparação: resumir referências, organizar o briefing e listar perguntas para a primeira reunião.
- Primeiras versões de código: componentes repetitivos, que depois revemos linha a linha.
- Variações rápidas: testar vários títulos, enquadramentos ou paletas antes de escolher um caminho.
- Automações para clientes: agentes que encontram contactos, preparam relatórios ou fazem triagem de pedidos, sempre com uma pessoa a aprovar.
O nosso Escritório IA é um exemplo: uma equipa de agentes que prepara a prospeção comercial, mas nenhum email sai sem um de nós o aprovar.
Onde não entra
- A ideia de uma marca. O conceito, o nome e o símbolo saem de conversas com o cliente e de esboços feitos à mão.
- A decisão final de design. A IA propõe; quem escolhe somos nós.
- Imagens que se façam passar por trabalho real. Quando usamos imagens geradas, é como ambiente e fica assinalado.
Porque é que isto importa para si
Usar IA nas tarefas repetitivas deixa-nos mais tempo para o que faz diferença no seu projeto: perceber o negócio, desenhar e afinar os detalhes. Na prática, significa prazos mais curtos sem baixar o cuidado com o resultado.
Se quiser saber como uma automação com IA poderia funcionar no seu negócio, conte-nos que tarefa se repete todas as semanas. Muitas vezes é por aí que começamos.
Quer aplicar isto ao seu negócio?
